quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Duarte Marques na Secção de Queluz


Duarte Marques, candidato à Comissão Política Nacional da JSD, faz amanhã uma apresentação de candidatura no Concelho de Sintra, o mais populoso e um dos mais jovens do país.

A iniciativa decorrerá pelas 21h30, na Secção de Queluz!

Sob o slogan "Por uma Geração com Futuro", esta candidatura defende como principais bandeiras o combate ao desemprego jovem, o apoio ao empreendedorismo e a aproximação dos jovens à política, que poderá culminar com o voto aos 16 anos.

Não faltes!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sobre o OE


Em ano de centenário da Implantação da República, lembram-se as questões que a motivaram, em paralelo com a situação actual. Nessa altura, o rotativismo partidário minara o desenvolvimento do país e a imagem do sistema, perante um impávido e sereno rei e escritores como Eça de Queiroz, que se erguiam contra o estado das cousas.

Hoje, e desde há alguns anos, cita-se frequente e ingenuamente o velho Eça, afirmando sem hesitação que as suas obras nunca foram tão actuais. Enerva esta teimosa insistência de que vivemos, desde o 25 de Abril, num sistema rotativista. Este mito criado pela esquerda radical agride o PSD, que aceita injustamente a co-responsabilidade no estado da Nação, sentindo-se com isso valorizado.


O PSD é um partido com vocação de poder, mas não está no poder. Não é, sequer, um partido de poder, já que ao contrário do Partido Socialista, apenas consegue chegar ao governo quando liderado por génios da política e da economia, como Sá Carneiro, Cavaco Silva e Durão Barroso. Nos últimos 15 anos, governámos 3 e Durão Barroso cumpriu com o défice de 3%. A responsabilidade não é nossa! Se os portugueses quiserem lembrar a abismal diferença entre os dois partidos chamados "de centro" e descobrir quais as medidas que o Partido Social Democrata tomaria, votem PSD nas próximas eleições. Não peçam os criticados compadrios, a abstenção em nome do interesse nacional ou acordos e propostas de alteração ao OE. Votem!

Aceita-se commumente que a maior diferença entre os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento é a existência ou não de uma forte classe média. Ora, este OE ataca-a como nunca. Situar o IVA nos 23%, cerca de um quarto do preço do produto, é estrangular as transacções económicas e ir buscar dinheiro a todos os bolsos, indiscriminadamente.

O voto contra do PSD a este OE vergonhoso, que pretende remendar o pano roto, não o inviabiliza automaticamente. Não. O país não vai afundar-se e o FMI não vai calvalgar Portugal dentro em nosso auxílio. Pasmem os militantes com maior ego, mas não temos assim tanto poder em mãos. Aliás, o PSD não é o único partido patriótico do país. Parece que, à luz dos novos cartazes, o PCP esqueceu a ideologia internacionalista e é agora patriota devoto. O BE também é uma opção a ponderar por José Sócrates, já que apoiam o mesmo candidato às Presidenciais.


Num país com um "forte complexo de esquerda", resultante de décadas de ditadura salazarista, a abstenção não será encarada pelo povo como patriótica. Antes, os portugueses julgarão estar o PSD a dar um sinal de que, estando no governo, faria semelhante. Dentro de pouco tempo, o PS encontrará um novo secretário-geral e José Sócrates será apenas uma má recordação. O povo, nessa altura, considerando ambos os partidos idênticos, continuará a preferir "o mal" mais à esquerda. Não muito à esquerda. Não demasiado à esquerda, que nós somos de brandos costumes. Em Portugal, vota-se na esquerda moderada, o PS. Esse partido corroído que oscila entre a ladroagem, a pedofilia e o radicalismo poético de Alegre, que é quase um mal menor dentro de quadro tão sujo e negro.


Sabemos que o PSD faria mais e melhor por Portugal e, por isso, não podemos deixar passar este orçamento.




sexta-feira, 15 de outubro de 2010